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Quer aprender a deixar seus projetos mais ágeis com SCRUM?

Quem nunca se perguntou em como fazer as suas atividades de forma mais ágil e produtiva? Quem nunca se desmotivou ao ver como nosso dia a dia pode ser burocrático com projetos e reuniões inacabáveis e no fim não agregar em nada?



Pois é, para essa e muitas outras dores do âmbito corporativo é que a metodologia SCRUM foi criada.


Mas o que é o SCRUM?


Primeiramente este termo foi inspirado em uma jogada de Rugby, que nada mais é do que o time trabalhando em conjunto, todos com um mesmo objetivo de avançar com a bola.

Trazendo para a prática, o SCRUM é uma metodologia ágil, com o objetivo de tornar os projetos e times mais colaborativos e produtivos, agregando mais valor ao cliente a cada entrega incremental.


É válido comparar o Scrum ao modelo #Waterfall de gestão de projetos, mas existem algumas (muitas) diferenças. O Scrum tem como premissa o alinhamento contínuo entre a equipe do projeto e o cliente, com o objetivo de validar as entregas intermediárias de forma a agregar valor de forma consistente e alinhada com a expectativa do cliente. Já o modelo Waterfall (‘cascata’ em gringuês), é talvez a forma mais tradicional de gestão de projetos que vemos por aí. Ao contrário do SCRUM, o modelo é sequencial, ou seja, os requisitos do projeto (o alinhamento com o cliente, por exemplo) são coletados no início do projeto e, a medida que os estágios são concluídos, passa-se para a próxima etapa. A ideia do Waterfall é que, como uma cascata, não se pode voltar a fase anterior; não há espaço para concertos ou erros. 🤷‍♂️


Como por em prática o SCRUM?


Para ser de fato implantado, o Scrum requer alguns papéis fundamentais, artefatos e cerimônias.

Calma, calma, não criemos pânico.


Isso tudo são nomes bonitos para os envolvidos no processo, suas responsabilidades e as reuniões de rotina.


Para explicar de forma visual todos esses conceitos e palavras rebuscadas a gente usa a imagem abaixo:

Os conceitos fundamentais para quem quer mergulhar na agilidade estão nessa imagem e, antes que vocês tenham um ataque, vamos explicar resumidamente um a um:


A metodologia é fundamentada em conceitos de time Box, que servem para fazer uma melhor gestão do tempo, e aí entram as cerimônias:

  1. Sprint - As atividades são divididas em Sprints, que podem variar de 7 a 30 dias, mais usual 15 dias.

  2. Daily - diárias de 15 minutos para discutir entraves e atividades do dia anterior e atual

  3. Retro – acontece cada fim de sprint com o objetivo de trazer melhoria contínua para os processos

  4. Review – acontece cada fim de sprint para revisitar e trazer melhorias para os produtos

  5. Planning – acontece todo inicio de sprint com o intuito de planejar as atividades e prioridades para os próximos 15 dias

Para as cerimônias funcionarem bem é fundamental o papel de três personagens:

  1. Scrum Master - nada mais é do que o grande facilitador e detentor da metodologia, responsável por puxar as reuniões e difundir os conceitos com a equipe (dev team).

  2. Product Owner – é o cara que manda e desmanda, o famoso manda-chuva. Brincadeiras a parte, é o gestor do projeto, aquele que conhece a dor do cliente e precisa agregar valor com a entrega do seu time.

  3. Dev Team – é o pessoal da mão na massa, time de execução do projeto.

“Ah! Mas tá faltando um aí! Tem esses tais de artefatos!!! É coisa de Harry Potter????”

Não, Gustavo, nem tudo é sobre Harry Potter 🙄. Voltando, os artefatos são do que as entregas, as atividades da equipe do projeto.


Mas como esses elementos funcionam na rotina?


A cada sprint o Backlog do Produto/projeto é priorizado pelo Product Owner, com o intuito de agregar o máximo de valor, criando um Sprint Backlog que tem que ser entregue ao fim dos 15 dias. Com essas entregas o produto é constantemente incrementado e tanto a equipe do projeto quanto o cliente são satisfeitos.


Beleza, falamos das cerimônias, dos papéis, artefatos, mas como isso torna o nosso dia a dia ágil? O grande ganho dessa metodologia é a transformação do #mindset (momento coach da gente né) da equipe. Ao contrário da metodologia Waterfall agora não é mais necessário esperar 6 meses, 1 ano, 3 anos para alinhar expectativas com o cliente ou finalizar uma entrega: o feedback passa a ser contínuo, com grande capacidade de adaptação, não mais ficando preso a um cronograma frio e congelado, mas criando novas soluções e aprimorando a solução inicial continuamente.


E aí, topa o desafio de aplicar esse mindset ágil no seu dia a dia?


Conta pra gente se gostou, deixe sua curtida e compartilhe sua experiência nesse assunto tão rico e atual.

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